O comportamento dominante da amostra aponta para uma estratégia de integração seletiva da IA — não rejeição, não adoção irrestrita.
77,3% dos respondentes possui mais de 10 anos de mercado. 59,1% realiza pós-produção manual extensiva em todo trabalho que envolve IA generativa. Esses dados, lidos em conjunto, sugerem que profissionais maduros estão utilizando a IA como acelerador de etapas já dominadas — e não como substituto do julgamento criativo. A recusa em entregar o output direto da ferramenta como produto final pode ser interpretada como um mecanismo ativo de preservação de identidade autoral e diferenciação de mercado.