O mercado criativo brasileiro não está rejeitando a IA — está recusando o genérico.
Entre 88 profissionais, a maioria madura, híbrida e experiente, emerge um consenso: fundamentos, repertório e identidade autoral são o que segue diferenciando trabalho de commodity. Mas a pressão econômica é real, e para uma parte da amostra, já custou renda e confiança no futuro do próprio ofício.
Este relatório não pretende encerrar essa discussão — pretende inaugurá-la com base em dados reais, não em intuição de mercado. As perguntas da seção anterior são um convite direto ao setor: agências, marcas, clientes e profissionais para debater publicamente o que vem a seguir.